Existirão hoje uma miríade de processos de negócio e operações constrangidos devido à quarentena. Não apenas os negócios que dependem de interação direta entre pessoas, mas também aqueles que dependem da validação manual e assinatura de documentos. Ou da verificação de informação crítica que esteja guardada a sete chaves nos sistemas das organizações. Fornecer acessos via VPN aos colaboradores resolve apenas parte do problema e à custa do aumento dos riscos de cibersegurança.
Em paralelo com o restabelecimento das operações e processos de negócio críticos, as organizações são obrigadas a repensar a sua capacidade, a sua organização e a sua estratégia – são obrigadas a reestruturar-se. Para as organizações não será apenas necessário o equilíbrio durante esta fase; é necessário que demonstrem fortes sinais de recuperação à medida que regressamos à normalidade. Tal dependerá tanto da dimensão dos impactos no imediato e como do sucesso das transformações agora impostas às organizações.
Que lições tirámos da última crise?
Em 2009, no pico da última grande recessão mundial, Roger Martin-Fagg, economista do Reino Unido, escreveu um relatório em que dizia: “Fica claro para mim que não estamos a passar por um ciclo comercial típico. Em vez disso, estamos numa descontinuidade, onde há uma mudança radical nas sociedades, sistemas e desempenho, com resultados que só podem ser calculados, mas não previstos.” 10 anos depois, por motivos diferentes, vamos enfrentar o mesmo tipo de turbulência nos mercados globais. E tal como em 2009 vai ser necessário que entremos em modo de reestruturação.
As implicações de uma reestruturação
A reestruturação de uma empresa, independentemente da área em que actue – ou dimensão -, requer uma abordagem disciplinada e focada. Requer um método metodológico e analítico, pois só assim ocorrerão as mudanças estruturais no seu modelo de negócio. Ou seja, é preciso coragem e assertividade, mas em primeiro lugar há a necessidade de um plano estratégico capaz de conduzir a reestruturação.
Um dos pontos mais difíceis para alguns empresários e administradores é… esquecer o passado. O conceito é simples – há algumas áreas da sua empresa que devem cair. São esferas da empresa que promovem atrasos, têm custos elevados e não têm lugar na Indústria 4.0. Reestruturar implica, mais uma vez, coragem e assertividade para fazer escolhas difíceis mas essenciais para a continuidade e reforço da competitividade das empresas.
Chegou o tempo de desenvolver uma visão ainda mais integrada das operações, processos de negócio e da tecnologia disponível. É hora de definir uma estratégia ambiciosa e de longo-prazo para a transformação digital, operacional e humana das organizações. A inovação passou de opcional e experimental a essencial e crítica para o sucesso dos negócios. A reestruturação praticada irá fazer a diferença entre os que vão apenas sobreviver e os que dela sairão mais fortes.
Como pode a genesis.studio ajudar na reestruturação?
A nossa abordagem foca-se na identificação de como várias tecnologias podem ser integradas. No processo simbiótico entre tecnologias existentes e emergentes e em como esta simbiose gera valor através da automação de processos. Este aumento de eficiência a vários níveis nas organizações, dos negócios às operações e tecnologia, significa full-stack automation.
Através da nossa metodologia e do nosso produto Gen.Flow garantimos uma adoção harmoniosa e eficiente de tecnologias emergentes como RPA e Machine Learning, aplicações de Smart Contracts e tecnologias blockchain e DLT, através da sua integração com um vasto leque de aplicações e tecnologias tradicionais – isto é distributed integration.
Queremos ajudar os nossos clientes a ultrapassar mais rapidamente desafios do presente e a ficar melhor preparados para o futuro. Para identificar como a sua organização pode gerar valor através da adoção de novas tecnologias, basta uma conversa connosco. Contacte-nos!

